quinta-feira, 25 de abril de 2013

Você conhece a Constituição da Igreja Presbiteriana do Brasil?

Caso sua resposta seja negativa, creio que é o momento oportuno para despertar o seu interesse por ela. Nela, tanto liderança, como membresia descobrem quais são os seus direitos e deveres. Mormente, sabemos que somos dirigidos pela Bíblia, pois ela é a nossa única regra de fé e prática, junto a ela, não com igual poder, mas como diretriz doutrinária temos os nossos símbolos de fé, que são: a Confissão de Fé de Westminster, os Catecismos Maior e Menor. E para reger a nossa instituição (como organização) temos a Constituição da Igreja Presbiteriana do Brasil que rege todos os nossos Concílios; Conselho local, presbitério, Sínodo e Supremo Concílio. O Manual da IPB teve sua primeira edição em 1951, e desde então, tem sido uma instrumento valioso de consulta para a liderança e seus membros. Nela, descobrimos que nós nos definimos como uma federação de igrejas locais, que adota como única regra de fé a prática as Escrituras Sagradas do Velho e Novo Testamento e como sistema de expositivo de doutrina e prática a sua Confissão de Fé e os Catecismos maior e Menor como mencionamos acima ( art. 1ª). Descobrimos também que os membros da Igreja são comungantes e não comungantes: comungantes são os que tenham feito a sua pública profissão de fé; não comungantes são os menores de dezoito anos...
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sexta-feira, 19 de abril de 2013

A oração negligenciada na vida da igreja

Para quem já leu algo a respeito do cotidiano de qualquer mulçumano saberá que "Salaat" é o nome dado por eles as suas orações obrigatórias que são praticadas cinco vezes ao dia, por todos os mulçumanos. Seguem piamente as orientações do profeta Muhammad. Embora não concordemos com suas práticas religiosas, não obstante, deveríamos nos envergonhar pelo descaso e mazela que nós cristãos temos tido com a oração. É triste dizer, mas é a pura verdade, o Islã tem levado a sério a oração muito mais do que nós que conhecemos a verdade. Vi postado num destes sites sociais uma figura que expressa uma grande verdade, de um lado uma foto com uma grande multidão num destes shows gospels, e paralelamente a esta foto, havia uma outra com uma senhora solitária dentro de uma igreja participando de uma reunião de oração. Que contraste pensei! Não sou contra shows gospels, apenas faço uma crítica as nossas prioridades. Temos disposição para irmos a um show gospel, a uma pizzaria, pegar um cinema em dias chuvosos e frios. Mas dias chuvosos e frios não "legais" para ir a igreja orar ou estudar a palavra. Trocamos uma reunião de oração por uma novela, por um amigo, por uma cama quentinha. Aí penso! Como alguns ainda acham que salvação é meritória e não pela graça, visto que nossas obras são ineficientes...
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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Jogos de azar - pode ou não?

Já me fizeram esta pergunta várias vezes. Sou contra jogos de azar, mas este é o tipo de posição que admite revisão se me aparecerem argumentos melhores e mais coerentes do que aqueles que vou colocar aqui. Entre os jogos de azar estão aqueles jogos permitidos por lei, que são as várias modalidades de loteria, os bingos - este último, muito usado até por igrejas cristãs e instituições - e os sorteios pelo telefone valendo dinheiro, carros e outros prêmios. Quem explora este tipo de jogo tem licença de órgão público competente. Mas nem por isso quer dizer que sejam jogos que convêm ao crente. Temos também os jogos ilícitos, cujo mais popular é o Jogo do Bicho. Os cassinos são mais uma modalidade de jogos de azar cuja legalidade e implantação oficial está sendo discutida no Brasil. Para o cristão, o que realmente importa é se estas modalidades de jogo acabam por afetar algum princípio bíblico. A Bíblia não proíbe de forma explícita os jogos de azar. Entretanto, nossa ética é elaborada não somente com aquilo que a Bíblia ensina explicitamente como também com aquilo que pode ser legitimamente derivado e inferido das Escrituras. Existem diversos princípios bíblicos que deveriam fazer o crente hesitar antes de jogar: 1. O trabalho é o caminho normal que a Bíblia nos apresenta para...
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sexta-feira, 12 de abril de 2013

Livre-se do ressentimento!

Você já teve em seu coração o sentimento de ressentimento? Creio que sim! É impossível a qualquer ser humano não ter experimentando tal sentimento em seu coração em algum momento dentro de nossas relações humanas. Palavras ditas e não ditas, atos feitos e não realizados, podem desencadear este sentimento que corrói a alma de muitos homens e mulheres. Este sentimento não é exclusividade dos adultos, pois existem muitas crianças e adolescentes ressentidas com a vida, com os pais, e em outras relações sociais fora do contexto familiar. Devido a Bullyng, preconceito, por causa dos aproveitadores de homens, mulheres, crianças e idosos de baixa auto-estima. O ressentido não quer esquecer o que lhe fizeram ou disseram, não existe perdão para a ferida causada por outrem. O ressentido não quer deixar no passado as lembranças que mormente machucam. Tal sentimento apodrece a alma, cria o desejo de vingança, cólera, o desejo da maldade. Saliva-se venenos, há desapontamento com a vida, descontamos as nossas lamúrias até em quem sempre faz o bem a nós. Nos distanciamos do mundo e criamos o nosso próprio mundinho cercado com paredes grossas para a nossa "proteção". Jesus teve todos os motivos para ser um homem ressentindo e não o foi. Embora fosse Ele ultrajado, maltratado e humilhado...
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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Dízimo, uma prática bíblica a ser observada

Há uma enxurrada de comentários tendenciosos e distorcidos circulando as redes sociais, em nossos dias, atacando a doutrina dos dízimos. Acusam os pastores que ensinam essa doutrina de infiéis e aproveitadores. Acusam as igrejas que recebem os dízimos de explorar o povo. Outros, jeitosamente, tentam descaracterizar o dízimo, afirmando que essa prática não tem amparo no Novo Testamento. Tentam limitar o dízimo apenas ao Velho Testamento, afirmando que ele é da lei e não vigente no tempo da graça. Não subscrevemos os muitos desvios de igrejas que, laboram em erro, ao criarem mecanismos místicos, sincréticos e inescrupulosos para arrecadar dinheiro, vendendo água fluidificada, rosa ungida, toalha suada e até tijolo espiritual. Essas práticas são pagãs e nada tem a ver com ensino bíblico da mordomia dos bens. O fato, porém, de existir desvio de uns, não significa que devemos afrouxar as mãos, no sentido de ensinar tudo quanto a Bíblia fala sobre dízimos e ofertas. Destaco, aqui, alguns pontos para nossa reflexão. Em primeiro lugar, a prática do dízimo antecede à lei. Aqueles que se recusam ser dizimistas pelo fato de o dízimo ser apenas da lei estão rotundamente equivocados. O dízimo é um princípio espiritual presente entre o povo de Deus desde os tempos mais remotos. Abraão pagou...
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